SINDROME DO PÂNICO: O TRANSTORNO DO DESESPERO

 

 

          O que fazer quando situações cotidianas, usualmente corriqueiras, tornam-se desesperadoras e, por que não dizer, desesperadoras? O coração acelera, todo o ar do mundo parece não ser o suficiente, o medo invade o pensamento e aquele momento, ainda que muitas vezes breve, parece não ter fim.
          A síndrome ou transtorno do pânico é caracterizada por um padrão repetitivo de ataques de pânico com um impacto muitas vezes devastador na vida do indivíduo. O ataque de pânico é definido como um episódio agudo de medo ou pavor acompanhado de sintomas como: palpitações ou taquicardia; tremores ou abalos; sensação de falta de ar ou sufocamento; dor ou desconforto toráxico; sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio; calafrios e ondas de calor; e, sobretudo, um medo intenso de morrer. 

 

 

 

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          As raízes da Síndrome do Pânico estão vinculadas a bases genéticas e biológicas associadas a padrões de pensamento (cognições), os quais, unidos, criam um ciclo condicionado responsável pelo intenso sofrimento de suas vítimas. É possível dizer que a Síndrome do Pânico usualmente tem seu início em um episódio espontâneo, devido a uma predisposição orgânica do indivíduo. No entanto, a partir do primeiro ataque, constitui-se um ciclo cognitivo complexo, que é disparado em consequência do medo associado a sensações fisiológicas semelhantes as do primeiro episódio, desencadeando novas crises. 
          A Síndrome do pânico pode ocorrer em qualquer idade, sendo de fundamental importância o diagnóstico precoce, para que seja realizado o tratamento adequado e o paciente possa retornar à sua funcionalidade.
 
          
          Um dos tratamentos mais eficazes para a Síndrome do Pânico é a Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, a qual mostra ter equivalência em eficiência aos fármacos, porém sem os efeitos colaterais usualmente obtidos com os mesmos. No entanto, sabe-se também que hoje existe um método alternativo bastante eficaz, moderno e saudável para o tratamento da Síndrome do Pânico: o neurofeedback. Atuando diretamente no cérebro (de modo não-invasivo, indolor, sem contraindicações e efeitos colateriais), o neurofeedback é uma alternativa prática, que promove o equilíbrio da atividade cerebral, podendo oferecer uma melhora significativa na qualidade de vida do paciente. Esse tratamento amplamente difundido na Europa, Austrália, Estados Unidos e Canadá, agora também está disponível aqui no Brasil.